terça-feira, 29 de setembro de 2009

Copos descartáveis

Tudo que é descartável gera lixo, portanto pense bem antes de consumir. Pratos e copos descartáveis são feitos à base de petróleo e levam cerca de 100 anos para sumir do mapa. Além disso, a água usada na limpeza de uma caneca, copo de vidro ou prato representa menos gasto de recursos naturais do que a quantidade de água que é necessária para a reciclagem dos produtos descartáveis.
Se no seu ambiente de trabalho há copos descartáveis para água e cafezinho, evite usá-los utilizando uma caneca ou copo permanente. Em ambientes públicos, só utilize em caso de absoluta necessidade. Numa empresa com apenas 10 funcionários que utilizam 2 copos por dia, no final do mês terá um consumo de 600 unidades. Compre um copinho ou caneta e mantenha-o na sua bolsa ou na gaveta da mesa do seu local de trabalho.
Em alguns estados do país, o uso de copos descartáveis em repartições públicas foi proibido a fim de evitar o impacto na natureza.

Pilhas

Cerca de 1% do lixo urbano é feito de elementos tóxicos, como pilhas, baterias de celular, lâmpadas fluorescentes, latas de tintas ou de inseticidas, que não podem ser descarregadas em lixo comum. Alguns tipos de pilhas, por exemplo, possuem metais perigosos à saúde e ao meio ambiente: chumbo, cádmio, mercúrio - os mais danosos à saúde - zinco, chumbo, cobre, lítio, etc. Portanto, prefira pilhas com maior tempo de uso, como as alcalinas e as recarregáveis (que podem ser recarregadas até mil vezes).
As pilhas comuns e alcalinas - utilizadas em rádios, gravadores, walkman, brinquedos, lanternas etc. - podem ser jogadas no lixo doméstico, sem qualquer risco ao meio ambiente, conforme Resolução CONAMA 257, publicada em 22 de julho de 1999; portanto, não precisam ser recolhidas e nem depositadas em aterros especiais porque os fabricantes nacionais e os importadores legalizados comercializam pilhas que atendem as determinações do CONAMA - Conselho Nacional de Meio Ambiente - com limites máximos de metais pesados em suas constituições.
Também podem ir para o lixo doméstico as pilhas/baterias de: níquel-metal-hidreto (NiMH) - (utilizadas por celulares, telefones sem fio, filmadoras e notebook); íon-de-lítio - (celulares e notebook); zinco-ar - (aparelhos auditivos); lítio – (equipamentos fotográficos, agendas eletrônicas, calculadoras, filmadoras, relógios, computadores, notebook, videocassete).Além dessas, também podem ir para o lixo doméstico as pilhas/baterias especiais tipo botão utilizadas equipamentos fotográficos, agendas eletrônicas, calculadoras, filmadoras, relógios e sistemas de segurança e alarmes.
Devem ser encaminhadas aos fabricantes e importadores, desde 22 de julho de 2000, as pilhas/baterias de:
níquel-cádmio - utilizadas por alguns celulares, telefones sem fio e alguns aparelhos que usam sistemas recarregáveis.
chumbo-ácido - utilizadas em veículos (baterias de carro, por exemplo) e pelas indústrias (comercializadas diretamente entre os fabricantes e as indústrias) e, além de algumas filmadoras de modelo antigo.
óxido de mercúrio - utilizadas em instrumentos de navegação e aparelhos de instrumentação e controle (são pilhas especiais que não são encontradas no comércio).

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Prolongue a vida útil do seu celular

Metade da população do planeta, cerca de dois bilhões e meio - tem um celular e o tempo médio de uso é de dois nos: depois disso, o aparelho é descartado e um novo aparelho é comprado; é um dos mais graves problemas ambientais.
Considerando o peso médio de 130 gramas por celular, há o descarte de placas, circuitos, plásticos e bateria com substâncias tóxicas como PVC, além de metais pesados (chumbo, lítio e cromo). A Nokia, por exemplo, é uma das pioneiras em se preocupar com o impacto ambiental causado pelo descarte de aparelhos e hoje até 80% de um celular Nokia pode ser reciclado. Além disso, a empresa coleta aparelhos que iriam parar no lixo comum.
O celular deve ser descartado em lixo especial, em lojas que vendem o aparelho e lembre-se sempre de prolongar o máximo possível a vida útil de seu celular.
SMS - Prefira enviar uma mensagem, ao invés de ligar. Segundo o engenheiro elétrico Ricardo Dinato, da ONG Iniciativa Verde, o impacto ambiental de enviar um SMS é 30 vezes menor do que uma ligação de cinco minutos.
Além da energia consumida pela bateria, uma ligação celular aciona redes, antenas, bases, etc. 85% por cento do impacto de um celular está em sua fabricação, principalmente na energia para gerar sua bateria.
Quanto à emissão de gases causadores do efeito estufa, dois anos de uso de um celular seriam compensados pelo plantio de duas árvores.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Um quilo de lixo por dia

Cada pessoa produz cerca de um quilo de lixo por dia e, em média, 30% pode ser reciclado. Por ano, cada pessoa produz cerca de 300 quilos de lixo.
A palavra lixo deriva do latim - lix que significa cinza. No dicionário, lixo é definido como sujeira, imundice, coisa ou coisas inúteis, velhas, sem valor. Na linguagem técnica, lixo é sinônimo de resíduos sólidos e é representado por materiais descartados pelas atividades humanas.
Com a Revolução Industrial e o consumo em larga escala, e a chegada da era dos descartáveis em que a maior parte dos produtos - de guardanapos de papel a computadores - são inutilizados e jogados fora, as áreas disponíveis para colocar o lixo se tornaram escassas.
Uma alternativa para gerar menos lixo é estar atento ao adquirir um produto preferindo uma embalagem reutilizável. Em algumas embalagens consta o símbolo da reciclabilidade, informando que se trata de uma embalagem que pode ser reciclada, embora não seja uma garantia de que será reciclada.

Uma embalagem ecológica é a que pode ser reutilizada, como eram as garrafas de vidro, usadas anos atrás, para refrigerantes; na Europa, aliás, as garrafas de vidro, reutilizáveis, estão voltando ao mercado sendo usadas para embalar leites e bebidas.
A Dinamarca proibiu em 1977 as embalagens descartáveis para bebidas não alcoólicas e, em 1981, para cerveja. Em Portugal, um decreto estabelece as normas para a gestão de embalagens e resíduos de embalagens, priorizando a prevenção de sua produção e o retorno de embalagens usadas.

sábado, 19 de setembro de 2009

TABELAS DE RECICLAGEM

PLÁSTICO
Reciclável:

Copos
Garrafas
Sacos/Sacolas
Frascos de produtos
Tampas
Potes
Canos e Tubos de PVC
Embalagens Pet (Refrigerantes, Suco, Óleo, Vinagre, etc. )
Não Reciclável:
Cabos de Panelas
Adesivos
Espuma
Acrílico
Embalagens Metalizadas (Biscoitos e Salgadinhos)
METAL
Reciclável:

Tampinhas de Garrafas
Latas
Enlatados
Panelas sem cabo
Ferragens - Arames, Chapas, Canos, Pregos
Cobre
Não Reciclável:
Clipes
Grampos
Esponja de Aço
Aerossóis
Latas de Tinta
Latas de Verniz, Solventes Químicos e Inseticídas
PAPEL
Reciclável:

Jornais e Revistas
Listas Telefônicas
Papel Sulfite/Rascunho
Papel de Fax
Folhas de Caderno
Formulários de Computador
Caixas em Geral (ondulado)
Aparas de Papel
Fotocópias
Envelopes
Rascunhos
Cartazes Velhos
Não Reciclável:
Etiquetas Adesivas
Papel Carbono
Papel Celofane
Fita Crepe
Papéis Sanitários
Papéis Metalizados
Papéis Parafinados
Papéis Plastificados
Guardanapos
Bitucas de Cigarros
Fotografias
VIDRO
Reciclável:

Garrafas
Potes de Conservas
Embalagens
Frascos de Remédios
Copos
Cacos dos Produtos Citados
Pára-brisas
Não Reciclável:
Espelhos
Boxes Temperados
Louças
Cerâmicas
Óculos
Pirex
Porcelanas
Vidros Especiais (tampa de forno e microondas)
Tubo de TV
Fonte: Natural Limp

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

galinha feliz

Galinha feliz é aquela criada no chão, em amplo espaço, ciscando, em contato com o sol, que convive com um galo, e come ração composta de verduras, capim, restos de comida. O ovo da galinha feliz, conhecido como ovo de colônia tem sua gema bem amarelona e valor nutricional superior aos das (pobres!) galinhas confinadas, criada à base de ração artificial, sem luz do sol natural, e sem se mover.
Eu só compro ovos de galinha da colônia porque além de serem melhores, garantem a felicidade das galinhas. Os ovos de colônia tem mais ômega 3 e ômega 6 e são superiores em todos os sentido.

herança


Lembre-se sempre que tudo o que você consumir vai para no lixo. Portanto, consuma sempre o que pode ser reciclado.
Confira o tempo de decomposição de alguns itens:
Aço: mais de 100 anos
Alumínio: 200 a 500 anos
Cerâmica: indeterminado
Chichetes: 5 anos
Corda de nylon: 30 anos
Embalagens longa vida: até 100 anos
Esponjas: indeterminado
Filtros de cigarros: 5 anos
Isopor: indeterminado
Louças: indeterminado
Luvas de borracha: indeterminado
Metais (componentes de equipamentos): cerca de 450 anos
Papel e papelão: cerca de 6 meses
Plásticos (embalagens, equipamentos): até 450 anos
Pneus: indeterminado
Sacos e sacolas plásticas: mais de 100 anos
Vidros: indeterminado

litros de luz

video

Xixi no banho


Tem gente que deixa o xixi acumular no vaso sanitário, como faz a atriz Camerom Diaz que utiliza o banheiro várias vezes até dar a descarga; na Austrália há duas válvulas: uma para pouca água (para o xixi) e outra com mais água (para o coco). A intenção é só uma: economizar a água da descarga do banheiro.
Numa casa brasileira, os cerca de 200 litros diários são consumidos em: 27% para cozinhar e beber água, 25% higiene (banho, escovar os dentes), 12% lavagem de roupa; 3% outros (lavagem de carro) e finalmente 33% descarga de banheiro. Se existirem duas redes de água, reusando a ‘água cinzenta’ (águas resultantes de lavagens e banho) para a descarga do banheiro, pode-se economizar 1/3 de água.
A SOS Mata Atlântica (www.sosmatatlantica.org.br) recomenda que se faça xixi no banho, pois é possível economiza até 12 litros de água por dia. O ideal é fazer no início do banho: 95% do xixi é água, e os outros 5% são sal e uréia.
As descargas podem gastar de 10 a 30 litros de água. Instale descargas de baixo consumo: as caixas de descarga que gastam em média seis litros por descarga; as embutidas gastam bem mais.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Bituca de cigarro


Segundo maior poluidor das praias brasileiras, a bituca de cigarro leva cerca de cinco anos para sumir do mapa. Enquanto isso, segue matando animais e aves marinhos, que confundem a bituca com alimento, entopem bueiros e poluem o solo e as águas com suas substâncias tóxicas - chumbo, cádmio e arsênio. Em alguns casos podem causar incêndios.
Apesar de experiências, transformando a bituca em papel, ela ainda é considerada um item não reciclado.
Em Londres, jogar bituca de cigarro na rua custa uma multa de 50 libras.


A foto acima mostra as inúmeras bitucas de cigarro que recolhi ao meu redor, jogadas na areia da praia

energia elétrica

TV - usar um TV de 20’’ diariamente por cinco horas o consumo é de 13 kWh (R$ 3,06), ou 7% da conta.
Geladeira - segundo eletrodoméstico que mais soma gastos na conta: 25% da energia utilizada na casa.
Uma geladeira (270 litros, uma porta) ligada por um mês consome R$ 14,1 na conta. Um freezer consome o mesmo.
Chuveiro - é o que mais consome energia, mas pode ter o consumo reduzido em 30% na posição “verão”, com banhos rápidos.
Computador - ligado três horas por dia durante um mês representa cerca de 13 kWh (R$ 3). O monitor de vídeo é responsável por 70% do consumo. Configure para desligar automaticamente, após alguns minutos fora de uso.
Condicionador de ar - um aparelho de 10000 BTU utilizado por seis horas durante um mês consome 243 kWh (R$ 57,35).
* Dê preferência à energia solar para aquecer a água de casa. A economia na conta de luz cobre o custo da instalação do equipamento em até três anos. Além disso há alternativas de instalação feitas com garrafa pet.
* Quando comprar eletrodomésticos, prefira aparelhos com o selo Procel, pois indica que o aparelho consome menos energia.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Ecobag: você tem que ter uma!



Calcula-se que cada pessoa consuma 150 sacos plásticos por ano. Em termos mundiais, os números são assustadores: um milhão por minuto e apenas 0,06% é reciclada! Sacolas plásticas não degradáveis levam 400 anos para se decompor na natureza.
Compre a sua ecobag e evite as sacolas plásticas sempre que possível. No mercado, peça ao empacotador para reduzir o numero de sacolas. Quando comprar frutas e verduras, pese separadamente cada um e coloque tudo num saco só. Reduze sempre que possível o uso de plástico.
Sacos plásticos jogados no ambiente podem obstruir bueiros, causando inundações e custos (cerca de 60%) em manutenção e podem chegar ao mar, causando a morte de animais marinhos. A maior parte de sacolas plásticas acaba nos oceanos: o plástico é responsável por um terço da poluição nos mares, causando a extinção de diversos animais que confundem o plástico com alimento.

Lâmpadas fluorescentes



Os 27 países que integram a União Européia estão, a partir de 1º de setembro, banindo o uso de lâmpadas comuns - as de 100 watts já estão proibidas de serem comercializadas e as demais devem ser proibidas em até três anos.
Na lâmpada comum, o equivalente a 5% da energia elétrica consumida é transformado em luz. Já a lâmpada econômica, a flourescente, chega a gastar até 80% menos energia e a ter vida útil acima de dez mil horas - contra apenas mil horas das incandescentes.
A substituição das lâmpadas convencionais vai gerar economia de eletricidade de 50% nas casas, além de jogar menos gás carbônico na atmosfera.
As fluorescentes - que contém pequenas quantidades de mercúrio - devem ser colocadas num lixo à parte. Misturados aos outros restos, os cacos costumam ferir os catadores. As lâmpadas incandescentes (comuns) não são recicladas, não causam impacto negativo no meio ambiente, e podem ser depositadas no lixo comum, protegidas para não causar ferimentos.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Água em garrafa



Legal: a cidade de Bundanoon, na Austrália, é a primeira a proibir a comercialização de água em garrafa!
Infelizmente, o consumo de água em garrafa é o que mais cresce no mundo - aumentou 145% - e os lucros são fabulosos. O Brasil é o quarto mercado, atrás apenas dos EUA, México e China. A cada ano, 4 bilhões de garrafas PET vão para lixo no Brasil que recicla cerca de 50% das embalagens.
Acredite: para fazer uma garrafa gasta-se 6,7 vezes mais água do que a água que ela guarda!
Estudo feito numa universidade de Genebra provou que a única diferença entre a água de garrafa e a da torneira é que uma é fornecida pela garrafa e a outra pelo cano. Além disso, as concessionárias são obrigadas por lei a fornecer água apropriada para o consumo. E nas cidades com água encanada a qualidade da água em nada se difere na engarrafada.
Algumas águas vendidas em garrafa são realmente de fontes minerais, outras nem tanto, e ainda há as marcas ‘piratas’ que podem vir de fontes contaminadas.
Pense antes de comprar:
* Utilize o filtro
* Evite comprar garrafa de uso individual: use cantil ou garrafa para carregar a sua água
* Você mesmo pode fazer sua água tratada: basta deixar a água da torneira descoberta por 24 horas na geladeira que o cloro se evapora
* A água oferecida pelas concessionárias geralmente tem flúor, o que evita as cáries nas crianças

Segundo o site http://www.planetasustentavel.abril.com.br/
O QUE OS ECOLOGISTAS VÊEM DE ERRADO NA ÁGUA ENGARRAFADAUma pessoa que bebe em média 2 litros de água mineral por dia ao final de um ano terá consumido 1.460 garrafas de meio litro. A fabricação dessas garrafas provoca os seguintes danos ao meio ambiente:
- Despeja na atmosfera 200 gramas de partículas poluentes. Parece pouco, mas é o que um caminhão emite após rodar 2.000 quilômetros;- Emite 4,6 quilos de dióxido de carbono (CO2) e outros gases que provocam o aquecimento global. Uma árvore demora três meses para absorver essa quantidade de CO2;- Consome 505 quilowatts/hora de energia, o suficiente para deixar seis lâmpadas de 100 watts acesas ininterruptamente por trinta dias;- Se as 1.460 garrafas de meio litro consumidas por uma pessoa num ano fossem empilhadas, atingiriam 300 metros, a altura da Torre Eiffel;- Cada garrafa leva pelo menos 100 anos para se decompor. No Brasil, menos da metade de todas as garrafas PET é reciclada.
LEVE NO ESTÔMAGO PESADA NO BOLSOUma garrafa de água de meio litro custa 1 real. Esse valor é suficiente para encher a mesmagarrafa com água da torneira, quatro vezes ao dia, por um ano (tomando como base as tarifas da Sabesp, que fornece água ao estado de São Paulo).